Prédio com elevador que despencou do 3º andar já estava embargado pela DF Legal

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu, na noite desta terça-feira (3), uma ocorrência de queda de elevador em Vicente Pires. O chamado foi registrado às 22h53 e, imediatamente, mobilizou cinco viaturas de socorro.

O acidente aconteceu em um prédio residencial de cinco andares. Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram o elevador parado no primeiro subsolo, com oito pessoas presas no interior.

De acordo com os relatos das vítimas, o elevador estava entre o segundo e o terceiro andar quando, repentinamente, um forte barulho foi ouvido. Logo em seguida, o equipamento despencou até o primeiro subsolo.

Diante da situação, as equipes aplicaram o protocolo de segurança para resgate em ambientes confinados e, em seguida, realizaram a retirada de todos os ocupantes com segurança. Durante o atendimento, uma mulher sofreu trauma moderado em um dos membros inferiores e foi encaminhada ao hospital, consciente, orientada e em estado estável. Além disso, um homem adulto se feriu após bater a cabeça, porém, recusou o transporte para uma unidade de saúde. Os demais ocupantes, por sua vez, não apresentaram ferimentos.

Por fim, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada para apoiar a ocorrência. Após o atendimento, o local foi isolado e ficou sob responsabilidade do responsável legal pela edificação.

Prédio com multas de embargo

O edifício é alvo de diversas ações de fiscalização, segundo a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal). Uma delas, inclusive, está visível na garagem do prédio, onde há uma placa da pasta informando que a “obra está embargada”.

Em nota, a DF Legal informou que, em 2023, o imóvel recebeu um auto de embargo por falta de licenciamento da obra, além de uma intimação demolitória determinando a remoção de todos os andares construídos a partir do quarto pavimento. A medida, no entanto, não foi cumprida pelos responsáveis.

Diante do descumprimento, em 2024, foram aplicadas duas multas no valor de R$ 68.758,70 cada. Ainda em dezembro do mesmo ano, a secretaria elaborou um laudo que constatou o descumprimento do embargo.

A pasta também informou que uma equipe será enviada novamente ao local para a realização de uma nova ação fiscal.

*Com informações do CBMDF e DF Legal.


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1 Comment

  • E do jeito que essas obras estão paradas, sem ninguém resolver, vai só piorar. Porque as chuvas, sol e vento vai acabando com o que está feito. Só questão política. O o povo tem que fazer é ir pra rua queimar pneu e fechar tudo até que se resolva.

    Maria 04.02.2026

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